Acrísio condena a reforma administrativa de Bolsonaro


A proposta de reforma administrativa enviada pelo governo federal (PEC 32/20) ao Congresso Nacional foi criticada por Acrísio Sena. “Para o governo Bolsonaro, o funcionalismo é um inimigo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, chamou os servidores de ‘parasitas’ do Estado, difundindo a falsa ideia de que eles são responsáveis pela crise. A realidade é bem diferente”, explicou.

O Atlas do Estado Brasileiro e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) de 2018 mostra que o país tem 11,4 milhões de postos de trabalho no setor público, grande parte em áreas sociais. Apenas na saúde e educação municipais, são 2,6 milhões de vínculos trabalhistas. Em 2018, metade dos funcionários públicos ganhava até 3 salários mínimos. Apenas 3% recebia mais do que 20 salários mínimos, desmontando a tese dos supersalários. “Os maiores salários concentram-se no Judiciário e entre os militares – que estão fora da reforma. Isso é justo?”, denunciou.

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