Acrísio Sena critica retirada da proteção aos manguezais pelo governo federal


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O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado estadual Acrísio Sena (PT) criticou a decisão do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que revogou as resoluções 302 e 303, que estabeleciam normas como a proteção de uma faixa mínima de 300 metros de restingas e dos manguezais, além de mananciais urbanos e outros reservatórios de água. Com isso, 1,6 milhão de hectares de restingas e manguezais pelo país estão sujeitos à especulação imobiliária.

“O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, mostrou, nesta segunda (28), que está cumprindo sua promessa de acabar com normas de proteção ambiental. Não foi à toa que o governo Bolsonaro reduziu a participação da sociedade civil no Conama de 96 para 23 participantes. Os manguezais são biomas fundamentais como berçário da fauna marinha e como fator de estabilidade climática”, explicou.

Acrísio é autor da lei 16.996/2019, que criou a Semana de Proteção aos Manguezais. “Não posso deixar de expressar meu repúdio contra mais este crime ambiental cometido pelo governo Bolsonaro”, ressaltou.

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