“Retorno do voto impresso é retrocesso que tumultua democracia”, critica Acrísio Sena


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O deputado estadual Acrísio Sena (PT) criticou proposta de retorno do voto impresso. “É estarrecedora a movimentação do presidente Bolsonaro e seus aliados para ressuscitar esse assunto. Isso contribui apenas para gerar desconfiança e desinformação na população, tumultuando o processo democrático. Nosso sistema eleitoral é referência mundial, é totalmente nacional, seguro, auditável e nunca se revelou vulnerável. Precisamos avançar no debate sobre outros temas muito mais urgentes, tais como o novo Código Eleitoral, a reestruturação da Justiça Eleitoral e uma política eficaz de combate às fake news”, ressaltou.O deputado estadual Acrísio Sena (PT) criticou proposta de retorno do voto impresso. “É estarrecedora a movimentação do presidente Bolsonaro e seus aliados para ressuscitar esse assunto. Isso contribui apenas para gerar desconfiança e desinformação na população, tumultuando o processo democrático. Nosso sistema eleitoral é referência mundial, é totalmente nacional, seguro, auditável e nunca se revelou vulnerável. Precisamos avançar no debate sobre outros temas muito mais urgentes, tais como o novo Código Eleitoral, a reestruturação da Justiça Eleitoral e uma política eficaz de combate às fake news”, ressaltou.

De acordo com o TSE, as urnas eletrônicas têm cerca de 30 camadas de segurança e nenhum componente ligado à internet, o que impede o acesso de hackers. São 25 anos sem nenhuma fraude. Todo o processo eleitoral é acompanhado por partidos, imprensa, sociedade e observadores internacionais. Como bem disse o presidente do TSE, ministro Roberto Barroso, seria como voltar aos “tempos do orelhão”. 

Acrísio lembrou também do prejuízo ao erário. “Além de ser um retrocesso, segundo projeção do próprio TSE, a impressão do voto nas urnas eletrônicas em todo o país custaria R$ 2,5 bilhões aos cofres públicos. Ao invés de discutir as eleições de 2022, Bolsonaro deveria agilizar a vacinação contra a COVID-19 e olhar para os mais de 40 milhões de miseráveis e 14 milhões de desempregados que o Brasil registra atualmente”, sentenciou Acrísio.

De acordo com o TSE, as urnas eletrônicas têm cerca de 30 camadas de segurança e nenhum componente ligado à internet, o que impede o acesso de hackers. São 25 anos sem nenhuma fraude. Todo o processo eleitoral é acompanhado por partidos, imprensa, sociedade e observadores internacionais. Como bem disse o presidente do TSE, ministro Roberto Barroso, seria como voltar aos “tempos do orelhão”. 

Acrísio lembrou também do prejuízo ao erário. “Além de ser um retrocesso, segundo projeção do próprio TSE, a impressão do voto nas urnas eletrônicas em todo o país custaria R$ 2,5 bilhões aos cofres públicos. Ao invés de discutir as eleições de 2022, Bolsonaro deveria agilizar a vacinação contra a COVID-19 e olhar para os mais de 40 milhões de miseráveis e 14 milhões de desempregados que o Brasil registra atualmente”, sentenciou Acrísio.

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