O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manifestou-se favorável ao casamento civil homoafetivo. A decisão refere-se a um recurso apresentado por duas mulheres residentes no Rio Grande do Sul, que já vivem em união estável. Segundo o ministro Luis Felipe Salomão, a orientação sexual não pode servir de pretexto para excluir famílias da proteção jurídica representada pelo casamento.
Os casais que desejam oficializar sua união devem se cadastrar até segunda-feira (29), no Centro de Referência LGBT Janaína Dutra.
A Portaria (1.353), anunciada essa semana pelo Ministério da Saúde, contempla uma bandeira de luta do vereador Acrísio Sena. A publicação determina que a orientação sexual não deve ser usada como critério para a seleção de doadores de sangue, por não representar fator de risco.
Para o vereador além de aproximar o Brasil dos países mais civilizados do mundo, o Projeto de Lei proporciona profunda discussão sobre o cenário discriminatório que a população LGBT está sujeita cotidianamente no país.
A instituição é a primeira do país a criar um Grupo de Trabalho com foco neste público.
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