O Ceará que alguns insistem em não enxergar

Há quem faça política torcendo para o Ceará dar errado. Mas os números teimam em desmontar essa narrativa.

Nos últimos anos, mais de 400 mil cearenses deixaram a extrema pobreza, que caiu 35% entre 2023 e 2025. A renda dos 10% mais pobres cresceu 40,6% e mais de 180 mil empregos formais foram gerados desde o início do Governo Elmano. É desenvolvimento começando a chegar onde mais importa: na vida das pessoas.

E há uma nova economia batendo à nossa porta. Fortaleza ocupa posição estratégica na infraestrutura internacional de cabos submarinos, conectando o Ceará aos grandes fluxos mundiais de dados. Esse diferencial ajuda a atrair investimentos bilionários em data centers, inteligência artificial e economia digital, ao mesmo tempo em que o Pecém coloca o Estado na corrida mundial pelo hidrogênio verde.

Esse Ceará também tem uma base sólida: educação, ciência e qualificação profissional. No Ideb 2025, alcançamos 6,8 nos anos iniciais, 5,7 nos anos finais e 4,5 no ensino médio. Das 77 escolas públicas brasileiras que chegaram à nota 10 nos anos iniciais, 51 são cearenses.

Nada disso caiu do céu. É resultado de décadas de políticas públicas, investimentos e continuidade administrativa. Agora, com o Governo Elmano, temos o desafio de transformar essas vantagens em emprego qualificado, renda, inovação e oportunidades para nossa juventude.

O Ceará tem problemas e precisamos enfrentá-los. Mas uma coisa é cobrar soluções; outra, bem diferente, é esconder conquistas porque elas atrapalham o discurso eleitoral.

O Ceará não precisa voltar ao passado. Precisa transformar suas conquistas em combustível para acelerar o futuro.

Acrísio Sena
Candidato a Deputado Estadual

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