O segundo turno das eleições de 2026 não é uma simples continuidade do primeiro. É uma nova eleição, com uma disputa entre dois projetos políticos claramente definidos. Não estamos falando de projetos desconhecidos. O Brasil já experimentou os dois caminhos. Com Lula, avançamos no combate à fome, valorização da educação, fortalecimento do SUS, ampliação das oportunidades e inclusão social. Com Bolsonaro, vivemos a tragédia da pandemia, o retorno da fome, a fila do osso e os ataques às instituições democráticas.
Estamos vivendo algo histórico: a força das ruas e das redes sociais. A mobilização política ultrapassou os tradicionais bandeiraços, carreatas e caminhadas. Estamos diante de manifestações de massa, muitas delas espontâneas, com uma presença expressiva da juventude. É a juventude negra, periférica, beneficiária das políticas de cotas, da diversidade e da liberdade de orientação sexual. Uma geração que compreende que a democracia não é apenas o direito de votar, mas também o direito de existir, estudar, trabalhar e construir seu próprio futuro.
E essa massa que está nas ruas e nas redes sociais sabe que o que está em disputa não é apenas quem governará o Brasil nos próximos quatro anos. É o modelo de sociedade que queremos dar continuidade e avançar. A eleição de Lula significa a possibilidade de consolidar conquistas, ampliar direitos e assegurar que o desenvolvimento econômico caminhe junto com a justiça social.
Neste momento decisivo, a participação popular é de fundamental importância. Então, vamos às ruas e às redes sociais expressar nossas posições, destacando nossas lutas, conquistas e avanços, virar voto a voto e eleger Luiz Inácio Lula da Silva presidente do nosso Brasil.
Acrísio Sena,
Historiador e Presidente do Centec